Tá de bobeira em casa? Qualquer lugar perto de um metrô é fácil?
Então visite a Biblioteca de São Paulo.
Inaugurada há pouco na frente do Parque da Juventude (outro bom lugar para ir), no antigo espaço que o presídio do Carandiru ocupava. Um prédio de 2 andares, com diversos espaços para sentar e ler, com cadeiras coloridas, poltronas confortáveis e ‘cafofos’ com cortinas coloridas com almofadas gigantes para as crianças. E não é só isso.
Periódicos (revistas & jornais) nacionais e internacionais, livros em braille e audiobooks, wi-fi, histórias em quadrinhos, computadores com acesso à internet e computadores com telas planas grandes e fones de ouvido para assistir alguns dos vários dvd’s disponíveis. Acervo novo, com livros recém-lançados. Num espaço muito agradável de se estar.
Para pegar algum material emprestado, é só levar RG + comprovante de residência. A carteirinha sai na hora. Mas se quiser só sentar ler, não precisa fazer a carteirinha. Só chegar. (=
Biblioteca de São Paulo
Parque da Juventude, Avenida Cruzeiro do Sul, 2630, Metrô Carandiru.
11 2089-0800
Ter a sex, 9h-21
Sáb, dom e feriados, 9h-19h
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
É mais um filme de animação originalmente para crianças. Mas assisti ao trailer esta semana quando fui ver Avatar 3D e ri muito, de um jeito que há tempos não conseguia.
Em 3D a qualidade dos detalhes é perfeita, como por exemplo a grama logo no início do trailer.
O enredo é simples: em um vilarejo viking onde o costume é caçar e matar dragões, um garoto magrinho que nunca é levado a sério resolve treinar um dragão desdentado. Claro que vira uma revolução no vilarejo, é uma ousadia treinar um dragãozinho ao invés de matá-lo. Com doses de romance, já que a garota mais popular da ilha (mas ao invés de ser patricinha indefesa é mais ‘tomboy’) que vive zombando dele fica de queixo caído quando vê a nova habilidade do mocinho (chamado Soluço).
Assim como não consigo mais ver um lance de escadas gigante sem lembra de Kung Fu Panda, nem a estação da luz/metrô sem lembrar da girafa de Madagascar… bem, cada animação tem seu charme e sua graça. Pretendo assisti-lo assim que possível, além de Alice, é óbvio.
Essas duas coisinhas não andam juntas, não é mesmo?
Mesmo quando estamos tomando remédios, fazendo terapia, simpatias e qualquer outra coisa que pareça funcionar para tirar a ‘nuvenzinha’ preta de cima de nossas cabeças… motivação ainda é algo que parece distante. Até para coisas simples, como levantar da cama de manhã num horário decente, escolher algo para vestir, se alimentar. Tudo parece um fardo. A sensação de entorpecimento, de não sentir nada, o vazio parece maior do que tudo.
http://widjita.deviantart.com/
E aí? Pára o mundo que eu quero descer? (In)felizmente não é possível.
Infelizmente porque se entregar de vez para a depressão vai contra o esforço que fazemos todos os dias para melhorar, nem que seja um pouquinho. Ainda bem que não é possível, porque nos faz enxergar que continuar tentando é o único jeito. Cansa? Ô se cansa… mas…
Tentar levar um dia de cada vez é uma boa opção. É ótimo ter planos para o futuro (mais adiante falo disso), mas lembrar de estar no dia de hoje e vivê-lo é ainda mais importante. Há dias em que cada minuto se arrasta como uma lesma e tudo parece cinzento, então como imaginar os próximos?
Não se cobrar tanto. Nem preto nem branco, e sim o cinza. Não adianta se cobrar e ficar neurótico com cada coisinha que não deu certo ou que você não conseguiu fazer, nem largar tudo de vez. Faça seu melhor a cada dia. Cada dia é uma página em branco, você é que decide como vai escrevê-la (ou desenhá-la). Se a sua rotina lhe cansa, tente colocar elementos novos que sejam agradáveis. Seja um chá diferente à tarde, uma seleção de músicas gostosas para ouvir no trânsito ou quando está sozinho. Coisas pequenas. Não crie expectativas gigantes, nem se cobre tanto. Peça ajuda quando não conseguir, mesmo para coisas bobas como lavar uma louça. Só não se acomode.
Fazer uma lista das coisas que você gostaria de fazer durante a semana, o mês, o ano. Você escolhe o período de tempo. Mas coloque coisas simples. Ganhar na mega-sena não vale. Se curar também não. Entenda que cada passo, cada dia que passa é em direção à cura, faz parte do processo. Você não vai dormir depressivo em um dia e acordar ‘normal’ no outro em 12h. É um trabalho de longo prazo, re-ensinar seu cérebro a funcionar novamente e reavaliar o modo como você leva sua vida, como encara os problemas e o tamanho que permite que eles tenham. Na minha lista para este ano tenho coisas como andar de bicicleta no Ibirapuera, comer mais frutas, adotar uma carta de criança ao papai noel no natal, consertar a tv, desenhar mais, ir a uma festa de halloween. Coisas simples. E já tenho 10 itens realizados!
“Infelizmente, as pessoas não são capazes de se dar conta de quão precioso é cada momento. Presumimos que estaremos vivos amanhã. Poucos têm em mente que a vida é finita, e nunca consideram que hoje pode ser o último dia de sua existência. Cada minuto é único e precioso. Quando alguém descobre que tem pouco tempo pela frente, se dá conta que a maior parte do que nos traz preocupação é coisa miúda. Pelo fato de assumirmos que nossa vida continua dia após dia, esses pequenos problemas se tornam grande demais e acabamos nos esquecendo do quão importante é viver nossas verdadeiras paixões.” (monge zen-budista Yasuhiko Genku Kimura)
O blog está parado por motivos de falta de tempo.
Minha mãe faleceu no começo de Setembro, e estou sobrecarregada de coisas para cuidar - casa, bichos, dar aulas, faculdade.
Indo ou voltando de dar aula num sábado, comprei de um vendedor ambulante balas da Hello Kitty por 1 real. Vinham num ‘estojinho’ de plástico colorido, e para minha surpresa, com um espelho!
Comprei o sabor maçã verde. Diz ser zero caloria, e o sabor (pelo menos de maçã) não é tão bom assim. É meio azedinho, mas de uma forma estranha. Vi que tem a versão morango, mas não achei mais o mesmo vendedor até agora.
As balas são pequenas, e derretem na boca. Quando você acha que acabou, é só sacudir ou bater a caixinha na mesa que aparecem mais (provavelmente grudadas ou encaixadas nos cantos). (=
O espelho acaba sendo útil depois, já que a caixinha é bonitinha.